Transcrição parcial do vídeo:
Hey, Lions. What`s Up? Talvez você ouviu sobre a polêmica envolvendo o apresentador Monark do flow podcast, onde o mesmo defendeu a existência de um partido nazista aqui no Brasil.
E como era de se esperar, isso gerou cancelamentos de contratos, perdas de patrocínios e até a demissão do Monark do programa que ele mesmo ajudou a criar.
Mas como nós podemos ter certeza de que uma coisa é realmente certa e outra errada?
Bom, isso pode ser respondido com a famosa frase do filósofo russo Dostoiévski, “se Deus não existe, tudo é permitido!” Logo, o contrário também é verdade, “se Deus existe, nem tudo é permitido!”
Ou seja, apenas Deus pode nos oferecer um padrão perfeito do que é certo e do que é errado. Sem ele, certo e errado se torna algo subjetivo; depende da opinião e da experiência de cada pessoa.
Mas é claro que Dostoiévski não se referia a uma religião específica. Mas o fato é que se Deus não existe, então também não existe uma cobrança final e absoluta sobre o que as pessoas fazem de bom ou de ruim.
Mas se Deus não existe, então não existem valores morais absolutos que devem ser observados e respeitados por todas as pessoas, em todos os lugares e em todas as épocas.
"Ah, Gabriell, mas nós não precisamos de Deus para dizer que o Monark e o nazismo estão errados. Nós temos a história, as convenções sociais, a cultura e o Estado." Nhéémm. Mas será que isso é realmente suficiente?
Em primeiro lugar, a História não torna ou dita se algo é certo ou errado. A história apenas revela e prova o que sempre foi certo e o que sempre foi errado.
Já os Estados, sociedades e culturas, podem divergir entre si a respeito do que consideram certo ou errado. E além disso, daqui há alguns anos, a noção do que é certo ou errado também pode mudar completamente.
Lembre-se que muitas décadas atrás, na Alemanha, não era errado a existência do partido nazista. Na verdade, o próprio Estado Alemão, entre 1920 e 1945, permitiu a sua existência e muitas famílias se sentiam orgulhosas de que seus membros pudessem fazer parte de um partido como aquele.
Em outras palavras, se confiarmos apenas no Estado, na sociedade ou na cultura para nos dizer o que é certo ou errado, ainda teremos apenas opiniões.
Mas se Deus existe, então também existem valores morais absolutos que precisam ser respeitados de acordo com a própria moral de Deus. E o respeito à vida humana é um desses valores.
Se não, então qual é o principal argumento que tentam usar em favor do aborto, por exemplo? Que o feto não é vida!
Se o feto é vida, então o assassinato de bebês está sendo legalizado em muitos lugares. Mas se o feto não é vida, então não existe nenhuma condenação moral ou legal a ser aplicada.
Percebeu? Aqueles que defendem o aborto precisam desqualificar o feto como vida, pois existe um valor moral absoluto em favor da preservação da vida. E de modo semelhante, os *nazistas* também precisaram desqualificar os judeus como humanos.
Você sabia, por exemplo, que durante o governo de *Hitler* existiam leis de proteção aos animais? Pois bem. Isso demonstra que os judeus eram vistos pelo ditador como inferiores aos próprios animais. E isso lhe bastava para persegui-los.
Perceba que nos dois casos que acabei de citar a vida precisou ser relativizada, pois de outro modo o assassinato de um feto e de um judeu não pode ser aceito.
Por isso, ninguém deveria concordar com ideias ou partidos que distorcem e pervertem a realidade ao seu redor para justificarem ações más e hediondas, e que perseguem e destroem os inocentes.
Contudo, também precisamos entender que valores morais absolutos, embora existentes, podem ser simplesmente ignorados, como é o caso do desrespeito, ou distorcidos a fim de que sua violação possa ser justificada.
Mas como podemos ter certeza de que Deus, e mais especificamente o Deus bíblico, é a fonte dos valores morais absolutos?
Existem três argumentos para isso.
O primeiro é que os valores morais absolutos transcendem o Estado, a sociedade e a cultura. E isso é inegável, senão não seriam absolutos. Portanto, a fonte desse valores também precisa ser transcendente a tudo isso.
O segundo leva em consideração que os valores morais absolutos também transcendem o espaço, o tempo e a matéria. E logicamente a sua fonte também precisa transcender as mesmas coisas.
E o terceiro fala sobre a pessoalidade dessa fonte, pois apenas pessoas possuem moralidade.
Desse modo, o Deus bíblico parece ser o mais indicado para ser a fonte dos valores morais absolutos, pois ele possui pessoalidade e também transcende tudo o que existe.
Deus é real. E por isso, um dia, prestaremos contas ao juiz de todo o universo de tudo o que fizemos de certo ou de errado.
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