Sobre seus mais de 30 anos estudando a origem da vida, Tour relata: "Como cientistas e químico sintético, posso dizer que se alguém devia entender a evolução, seria eu, pois faço moléculas para ganhar a vida... Eu sei como é difícil fazer moléculas... Eu não entendo a evolução, e vou confessar para você".
Segundo o doutor, ninguém realmente entende como a vida pode ter surgido por meios de processos naturais não guiados. Diz que chegou a se sentar com ganhadores de prêmios Nobel para conversar sobre origem da vida e evolução: "Eu sentei com eles, e quando estávamos sós, não em público...". E quando finalmente pergunta se eles sabem como a origem pode ter surgido e evoluído sempre ouve a mesma resposta: "não".
Devido as grandes lacunas na teoria da evolução das espécies formulada por Darwin, e veemente defendida pelos neodarwinistas, Tour e outros 900 cientistas assinaram uma Dissenção Científica do Darwinismo, onde declaram: “Somos céticos quanto às reivindicações de que a habilidade de mutações aleatórias e a seleção natural para justificar a complexidade da vida. Encorajamos exames cuidadosos das evidências da teoria darwinista”.
Contudo, ele faz uma ressalva a importância de diferenciarmos a microevolução e a macroevolução: “A microevolução é um fato. Podemos vê-la ao nosso redor nas pequenas mudanças entre as espécies. Os biólogos diariamente demonstram esse procedimento nos seus laboratórios. Portanto, não há argumentos contra a microevolução… Mas o centro do debate, é a extrapolação da microevolução para a macroevolução”.
Questionado então sobre qual seria a origem da vida, ele afirma: “Eu creio fundamentalmente que Deus criou a todos nós”.
Texto: Gabriell Stevenson
Fontes: Gospel Prime & Christian News
